lunes, 16 de junio de 2025

Dice que não te ia chatear mais, e não consigo cumprir o dito, porque no fundo sabes que te AMO, e lamento que tudo tenha ido por agua abaixo, porque no teu coração sentes que es um inquilino como dissês. Más no fundo se fores honesto na nossa relação sabes que não.


Tenho os meus defeitos, assim com qualquer pessoa, mesmo tú, e aprendi a conviver com eles. Sinto que neste instante estas a ser muito intransigente, e reconheço que se pensarmos apenas em nós, é uma reação mais que normal.

Que dizer a alguém que ama, y que se entrego, que perdoou apesar de levar as lembranças.
Sinto imenso a tua falta, quero acreditar que tú também, más não imagino o meu futuro sem tí mesmo na certeza de que não colherei nada, pois não estou atrás das tuas posses, más sim daquilo que sinto a teu lado.

Dizes que a tua decisão teria marcha atras, se formos só os dois, e é que não o somos? Nunca permiti interferência de ninguém, mesmo da última vez que estive na Holanda. Não permiti jamais fazer caso ao que outros dissiam, pois não me importa o que os demais digam. 

A minha filha nem vem a casa, pois esta no seu trabalho e em sua casa, as minhas irmãs o mesmo. A que interferência falas?  Não dei ouvidos a Maria quando chamou para cá. De que interferência falas, se não faço mais que ir de casa ao trabalho.

Se foi pela carrinha, na primeira vez sim te disse que seria arriscado por um tempo incerto de trabalho. Mas lembro-me que numa chamada, me disseste que tinhas averiguado o que era preciso para a levares e poder andar com ela. Julgo que não te disse que não. Não tocaste mais o tema, apenas o procurar uma passajem para a Holanda para Janeiro, Sei que falaste da possibilidade de ela uma vez mais comprar em nome dela um carro como da outra vez e te disse que não. Não me disseste nada, apenas te sentiste contrariado, não me tornaste a plantear a possibilidade de passar a carrinha a teu nome e a levares para lá.
Falas da herança do meu Pai, de donde julgas que paguei a divida da Holanda, as viagens que tens feito, de donde estivemos a comer durante o tempo que não consegui trabalho. Ou julgas que nunca acabaria. De donde comprei a casa e o carro, e a carrinha para irmos as feiras. Não há mais herança do Pai Paulo.
O MEU ÚNICO ERRO E MANTENHO TER ERRADO, ter dado as boinas, más não foi por ela ter andado a remexer as gavetas. Apenas preguntou se tinha um gorro, e apesar de teres dito que as trouxeste porque as querias, não me lembrei, (alguma vez te menti?) e as dei, fui eu que as busquei. Esse meu erro, e julgo que neste instante pesa isso mais do que nada. E continuo a dizer que te Amo. Nunca me chateei pela Sara entrar no quarto a procura das pinturas das unhas, pegar nelas e não esperar por eu chegar. Muito pelo contrário disse que estivesse a vontade.
Olha as voltas da vida, parece que chega o fim dum período preto na Venezuela, e possivelmente a minha filha retorne, e o meu filho não venha. Pois como vez tudo pode mudar a volta, mas nós continuamos no mesmo lugar.
Nunca disse que a tua filha era uma parasita, esse termino é teu, só referi o facto de que não comia até eu chegar, pois não sabia fazer. No entanto a recebi e estive com ela até ir embora, dei-lhe dinheiro na ida para a Holanda, para tomar o pequeno-almoço pois não o tinha feito em casa, pois demorou a arranjar-se. E ela não tinham-lhe dado dinheiro para seus gastos aqui, levei-a a passear nos meus dias de folga, ainda busquei a Adelaide para as duas estarem a passear a vontade no Centro comercial. Nunca fiz a tua filha a um lado.
Quem interfere na nossa relação, são mesmo os teus medos, a tua falta de segurança em acreditares que és uma pessoa que é importante para alguém. Tenho um mundo de preguntas sem resposta e imenso medo a faze-las, pois sei que me iras dizer que não te queres incomodar, ou não pretendes dar explicações. Como responder-me quando na quarta me das uma rosa que ainda esta viva recordando-me de ti, e me ofereces uma arca congeladora. Como consigo entender o que te leva na alma. Meu único erro dar duas boinas.
Que me responderias se te pusesse condições para te ter a meu lado. A única condição que pretendo, é que me ames e que confies, que acredites.
Se leres esta carta até o fim, e antes de ires para a Holanda julgas que podemos ser. Sabes o meu telefone. Se umas boinas são mais importante do que ambos temos percorrido e ultrapassado juntos. Saberei respeitar a tua decisão. Só quero que saibas, o que sinto por ti, é muito real, talvez os teus medos não te permitam ver isso. E o teu passado se antepõe.





martes, 15 de marzo de 2016

O velho albúm......

Hola....
 Hoje sinto estar a viver um daqueles dias que ninguém desejar viver. Durante anos vivi longe dos meus.
 Foi uma escolha minha, uma escolha da qual muito aprendi, muito ganhei, mas muito perdi,
Uma escolha donde fazemos tudo a um lado y fazemos caminhos sem um guia, sem coordenadas, sem astrolábio.
Pois acreditamos no lado romântico da lua, e vemos num eclipse algo de miraculoso.
No instante de desejar retornar ao seio da minha família, daquela família que não escolhi, e que a vida me impôs, julguei encontrar tudo tal cual o tinha deixado todo o amor que respirei durante 19 anos de partilha, esqueci-me julgo eu, de descontar os anos de infância, não deveria ser contabilizada. Durante as minhas viajes de visita aos meus País, nunca senti que alguma coisa tivesse mudado, era tempo de festa, julgo que para mi e para eles.
Hoje na ausência deles, encontro que a vida obra aglossias nas pessoas, somam-se experiencias que na minha ausência modificaram a forma de ser.
As transformações inerentes, condicionam o como somos, também mudei, só que o ter estado sempre longe, me fez ter de sobreviver sozinha a cada circunstancia, pois não tinha as assas dos meus País, para me ajudar a casa deles donde me refugiar, ou os brezos da mãe para me aconchegar.
Isto não me tornou melhor ou pior pessoa, só me fez valorizar mais ainda, os instantes que tenho a oportunidade de disfrutar. De gozar plenamente de braços abertos os instantes que chegam a mi.
Sonhar, só quando durmo, e porque não consigo gerir o inconsciente, não me permito sonhar acordada, pois muitas vezes o preço de acordar destes sonhos é muito duro. Desacorrentaria um nefasto pesadelo.
Nunca tive e celebrei anos com minhas irmãs e meus País, não vi nascer nem crescer os meus sobrinhos. Sempre me senti quem chega, nunca quem esteve. Este é o preço que o imigrado leva consigo, a mala das saudades.
O retornar sentindo-se estrangeiro. O relicário de imagens a que nos aferramos quando o coração aperta.
 Cuidar daquilo que o tempo deteriorou, travar o esquecimento, avivar a memória tem muitas vezes repercussões. Sobre tudo quando alguém pretende ser juiz sem ter razão, quando assumimos o que os outros pensam o fazem de acordo a nossa intuição.
Julgo que vivemos num tribunal constante, somo incriminados, julgados, encarcerados, para não falar das vezes que somos enterrados nos sentimentos de outros.
Muitas outras é uma mensagem quem nos da a conhecer a inconformidade de alguém, pois parece que não se usa a visita, o telefonema, evadem o confronto. Isso chama-se perder o tempo. Se tens algo para me dizer…, escuta também tenho muito a dizer.
Julgo que a verdade sempre sai do coração, pois a razão apenas filtra o que se tem a dizer. E a mentira camuflei-a o confronto que mais se teme.
A muitos anos um álbum permaneceu indemne, de imediato se tornou esquecido, pedi-o para copiar as imagens que me foram unindo a um passado escrito.
Um passado nunca reconhecido, pois muitas delas não formam parte do meu tempo, das minhas lembranças. Tomei a iniciativa de dar uma nova cara, uma nova vida ao que minha mãe guardava com tanto cuidado, muitas tantas fotografias guardadas numa caixa, compunham as lembranças que se deixou para trás numa despedida sem tempo de retorno.
Pois igual a mim, eles também cruzaram o mar, a procura de alguma coisa. Isto vastou para me dizerem numa mensagem:

 “Julgo que o álbum foi pedido emprestado mas estou a ver que já tem uma dona.”,

 Julgo qué…..más ….dona…dona de que? ….Do que por direito é de todas, Por ter tomado a iniciativa de arranjar o que estava roto, deteriorado do tempo, das viagens, das mudanças. Julguei ter direitos iguais, apesar de estar ausente pelo simples facto de ser filha de ser irmã. Esqueci-me das origens de imigrantes e dos direitos que se perdem quando se toma isto por opção.
Do que ficou, detido no tempo. Hoje no meu espaço, sinto maior o vazio, Pois nada poderá preencher jamais o espaço que eles deixaram.

sábado, 9 de enero de 2016

Conta final

Querido xxxxxxxx

Desculpa esta, más ontem quando li o que ias escrevendo, senti imensa ironia no tempo. Desde que foste embora tenho tratado de que a tua decisão fosse reversível, más até a o dia de hoje, o teu rotundo não foi determinante, apesar de que os teus sentimentos sejam diferentes ao teu pensar.

 Ainda quero acreditar que todos estes anos foram sentimentos reais, pelo menos os meus tem sido autênticos.

Tenho a certeza que eu jamais poderei contrariar o que teus fantasmas e teus pensamentos te fazem sentir. As constantes inseguranças com respeito a razão do estar das pessoas a teu lado. È alguma coisa que te mantém distante, de tudo aquilo que posso dar-te ou oferecer-te.

O que sentes mais que real, é o como te sentes, e a tua precessão sempre demarcada pelas tuas experiencias passadas. Por isso aceito que eu não tenho forças para ir contra isso. És tu e não pretendo mudar ninguém.

Deste-me a escolher entre o nós, e o que sou, os meus filhos, mesmo que não viva com eles. Más antes de qualquer coisa e de maneira muito fria, te direi eles são parte de mim. E se ajudo a uma pessoa que chegou a minha vida a meia dúzia de anos, mais que obrigação tenho para com eles.

Não vou colocar em posição alguma os meus sentimentos. Nem tenho de mostrar nada a ninguém. Assim que após a última vez que conversamos e como as historias sempre estarão mal contadas, não quero estar sempre aos sobressaltos.

A tua decisão como dizes tu e mais que respeita-la, já foi aceite por mim:

“Só tem volta atrás se eu poder estar só contigo, pois foi a decisão que tomei para a minha vida  De outra maneira é-me impossível Enquanto achar que outros possam interferir no meu bem-estar contigo, não há nada a fazer”

“Eu sei como me senti, por pensar que tinha uma coisa e afinal, alguém viu e de imediato levou. Isso foi um mau presságio na nossa relação.”

A nossa relação tem sido imensamente vulnerável, pois por pequeno que seja os factos que se assemelhem as tuas experiencias passadas, te apartam.
Por isso Paulo julgo que apesar do que sintamos ambos, vai existir uma imensa parede entre nós. E prefiro ficar por aqui. Pois não tenho que dar provas do que sou a ninguém, nem tenho que demostrar com escolhas o que Amo ou não.

SOU MÃE, sou mulher, sou companheira. Até sempre.

Carta jamás enviada

Mientras mi cuerpo y alma se fundían al sentimiento de Amar, tu corazón se iba moldando a mis afectos. Sin embargo la voz de tus fantasmas pudo gritar más alto y disipar todo lo que podíamos haber logrado.
La voz del miedo, de las incertezas se apoderó de tu alma y de tu mente abriendo la mazmorra donde yacían latentes los fantasmas del pasado.
Echaste por tierra todas las batallas que juntos habíamos logrado, diste oídos a tus miedos que deberías haber mantenido distantes de la luz del amanecer.
En aquella playa juramos luchar juntos y escribir una historia, hoy la distancia nos mantiene distantes y como todo en la vida tiene un fin, los dados fueron lanzados  el juego quedo en otras manos.
La cuenta regresiva llega al final, creí que fuera posible construir sobre destrozos pasados, pero no tengo fuerzas para luchar contra la mare. Si aprendí luchar también aprendí a retirarme a tiempo. Aprendí que las historias se construyen a dos, y cuando miramos horizontes distintos,  todo termina.
Solo lamento no haber sabido a tiempo que era la escalera para subir la encuesta,  y que cuando pasara tu tormenta, desearías embarcarte en tu propia aventura del vivir. Yo he construido mi mundo con mis propios recursos. Mis sueños jamás usaron otros para alcanzar cuerpo y alma. Pues la derrota con el tiempo te deja las manos vacías. Vuela como el viento.
Nunca supiste realmente que las raíces pesan, pues jamás conservaste raíces. No sabes lo que significa amar realmente, nunca coloques a una mujer el tener que escoger entre amores. Pues la voz de las entrañas ciertamente gritará más alto. Y si no sabes de ese sentimiento, no juegues al progenitor perfecto, pues otros fueron los que hicieron lo que tú deberías haber hecho.

Nunca es tarde para descubrir la verdad que se trata de camuflar con palabras bonitas, es el tiempo que nos revela el verdadero yo de las personas. Y si viste un futuro incierto yo viví un presente de falsedad.

lunes, 30 de noviembre de 2015

Querida amiga
Hace tiempo que el silencio es presencia entre nosotras, talvez estemos muy ocupadas en nuestras diarias tareas, o es que realmente la proximidad de las letras connota que necesitamos alguien que nos escuche y que no sea personaje en nuestra historia.
Hace algunos años intente rehacer mi vida, encontré alguien fantástico, alguien que tenia alguna aficiones como las mías, escribía, pintaba, le gustaba descubrir lo ya descubierto, pero siempre era una aventura nueva.
Compartía y disfrutaba cada instante mágico, desde un picnic bajo la sombra de pinedos, hasta el recorrer kilómetros en bicicleta, siempre que el tiempo estuviera dispuesto a ello.
Bailábamos a la luz de velas, encendía incienso y velas, disfrutamos cada instante, me sentía realizada intensamente. Hasta que el fantasma de los celos destruyo todo el encanto posible, termino por hacerme a un lado, en ese momento como sabes me encontraba en un País que comenzaba a integrarme.
Pero tuve que buscar casa para dónde ir, fue difícil ya que mi salario era pequeño para recurrir al alquiler, pero lo conseguí con intermediación de una amiga arrendar mi espacio.
A los pocos meses, volvió a mí pidiendo que retomáramos nuestra relación, según quería recomenzar pues estaba seguro de haber enterrado sus dudas, colocándole un epitafio de pasado.
Tuve miedo y realmente preferí mantener una relación cada quien en su espacio, pero seguíamos estando presentes en la vida de cada uno. Hasta que la muerte de mi Padre marco un ante y un después, había perdido dos seres de los cuales el inmenso vacío hasta la presente fecha no he podido menguar, no he podido rellenar esos espacios vacíos que se mantiene en mi vida.
La distancia de mis hijos, la zozobra constante y diaria de un País que lucha por sobrevivir, por una población que agota resistencia diaria para conseguir alimentos que desaparecen. Que viven el temor constante de una delincuencia para quien la vida es menos importante de lo que desean adquirir, no importa los medios apenas lo que logren.
Decidí recoger mis partencias y venir a radicarme en el País en el cual estoy actualmente, al poco tiempo apareció una vez más el hombre que logro atrapar mi atención y mis afectos, Me permití un nuevo comienzo, una nueva oportunidad.
Si de algo nadie me puede acusar es de haber sido desleal a mis principios, a mi misma y con quienes estuvieron a mi lado. Creo que ese es el mayor legado que herede de mis padres.
Leí una vez el cuento del papel arrugado, que jamás podremos eliminar las quiebras hechas, por más que intentemos, siempre existirán líneas frágiles, que debilitan su resistencia, creo que de esta vez los miedos habitaban en los dos. Por más silentes que ellos se mantuvieran, estaban presentes. Ya no hubo más noches de encanto y de locura, días de láser, nunca más existió la magia idílica del príncipe y la princesa, de los cuentos de hadas y de pasión.
La cotidianidad, el aburrimiento penetro un día a hurtadillas y se instaló, volvimos a él ver la tele y yo delante del ordenador.  Yo a ir a dormir primero y el a ver hasta la última película que su resistencia le permitía, el silencio se instaló.
Puedo decir que ninguno hizo nada por contrariar esta situación, desde mi perspectiva yo veía que los días pasaban y el no intentaba buscar trabajo, yo monte un negocio que termino siendo engullido por la falta de experiencia. Sin salario, estábamos viviendo de los recursos que herede de mi Padre.
Decidí cerrar el capítulo de empresaria y comencé a buscar trabajo, mientras yo lo buscaba en el País donde residía, él intentaba recurrir al País de donde vino, creo que sin darnos cuenta nuestros horizonte de distanciaban.
Cuando se tiene más de 50 años que difícil es que miren tu currículo y te empleen, Pero gracias a mi idioma Materno conseguí empleo, durante todo ese tiempo trabaje el doble del tiempo, para poder mantener los gastos de casa, mientras el hombro que debería apoyarme, apenas seguía su búsqueda y su rutina.
La vida da innumerables vueltas, durante este tiempo le dije que se fuera, pues su pasividad hacia que perdiera la cordura, el decidió aventurarse una vez más en el foráneo País, pero su búsqueda fue infructífera.
No paso mucho tiempo que regresó y volvimos aceptando cada uno sus temores, sus miedos, de verdad que lo intentamos, hasta creí que había logrado la homogeneidad total, a pesar de que existían algunos puntos que quedaban a la deriva y que desde su regreso habían mudado.  Siempre inferí que su medicación influyera, pero el sentirme arropada, sentirme junto a alguien que en la noche estuviera presente, la compañía, el llegar a casa y encontrar la luz encendida era el alibi por el cual todo lo demás no importaba. MIEDO A LA SOLEDAD al espacio solitario.
Creí que durante todo este tiempo habíamos logrado el punto de equilibrio entre nuestras diferencias. Lejos de pensar que él aún se sentía inseguro en esta relación, hasta que lo comprendo. Es muy difícil para un hombre que sea la mujer quien ocupa su posición en el hogar. Pero los tiempos feudales hace mucho que claudicaron. Y las cartas estaban sobre la mesa, era una situación que en algún momento podía mudar.
Y mudo, surgió el tan anhelado empleo, mismo que estuviéramos lejos, conversábamos a diario, lo vi feliz pues  podía ser independiente, podía comprar la ropa que durante años no pudo. Fui a su encuentro en mis vacaciones, fue hermoso creo que por fin podíamos comenzar a escribir nuestro camino.
Llego el momento anhelado del retorno por algún tiempo para pasar las Navidades juntos. Pero …. No llego a la semana que todo rodo por el suelo. Algo en sus planos cuando regresara al País donde seguiría trabajando no fue el deseado. Hace algún tiempo había regalado algo que no crei significara tanto para él, pues desde que lo tengo jamás lo había usado. Su búsqueda infructuosa hizo con que me preguntará por ello, y le explique que lo había dado.
Fue la gota que lleno su sensatez, y aquella inseguridad silenciada, salió a relucir, decidió hacer su maleta para irse, Por más que le explique, que le argumente, cada frase mía era una estaca que se clavada en mi propia defensa.  Su más valioso argumento era que a mi lado no tenía futuro, que el día que yo no estuviese todo lo que yo tenía seria de mis hijos, probablemente desalojado de la casa pues no le pertenecía. Miles de verdades sentidas en su interior, silenciadas, y que basto un descuido mío al dar algo que aunque jamás uso, no estaba olvidado.
Hoy caminamos distanciados, viviendo nuevamente una perdida, pero segura que no puedo contrarias esta situación, ya que no podre jamás borrar sus fantasmas, y darle la seguridad que él precisa. Sus miedos habitan el mayor enclave de su alma. Y nada de lo que  pueda hacer será lo suficientemente fuerte que destruya las raíces que fueron tomando su espacio en el transcurso de su vida.

Upsss querida amiga ya son las 4 de la mañana y aún sigo tecleando esta, pues espero que tus sueños rosa sigan alcanzando las estrellas. Un inmenso abrazo.

domingo, 29 de septiembre de 2013

Don Diablo - Edge Of The Earth (Official Music Video)


miércoles, 25 de septiembre de 2013


Creo que vuelvo a tener la necesidad imperiosa de escribir en las hojas blancas del corazón de mi amigo, muchas veces olvidado, otras tantas anhelado de su presencia. El tiempo parece haberse detenido y cada día es un despertar inmersa en una rutina asfixiante nada productiva.

He sentido un enorme aprieto en mi corazón, la ausencia de mis hijos, de mis nietos me ha estado angustiando más y mas, ese lugar donde antes me sentía segura se ha ido mermando y pocos son los lugares que conozco por no decir inexistentes, donde refugiarme y dejar que sea esa voz interior que fluya para orientar mi rumbo.

Todo parece que llego a un límite donde no hay mas camino a seguir, y siento necesidad de retorno. Hace algunos días fue el aniversario de la muerte de mi Padre, creo que hubieron heridas que no tuvieron tiempo de sanar, siento la nostalgia de sus palabras, de sus abrazos, de esas horas inmensurables oyéndole las historias repetidas.

Una vez más recomenzando mi vida que quedo desmoronada hace años.  Preciso de sentir control inmediato en cada proyecto que desearía emprender, pero el poco conocimiento que tengo me hace repensar si mi escoja es la más idónea.

Este tiempo ha sido muy angustiante, siento que mi mente se bloquea e mas que pensar en resolver situaciones, siento apenas que mi mente se llena de preguntas, ideas, dudas y que carece de respuestas inmediatas. Ya viví una vez esta sensación y realmente no fue nada alentadora. Tengo ganas de regresar a mi lugar, de donde jamás debí haber salido, la falta de la zona de confort me atormenta.

Pocas son las cosas que me están entusiasmando hacer,  y muchas son las retiradas que deseo hacer. Es fácil para muchos pensar desde su confort, cuando oigo personas que te animan a redescubrirte, veo e analizo sus vidas y creo que desde su posición es fácil, o al menos eso creo. Cuando se ha perdido todo lo que de importante teníamos en la vida,  y no hablo de posesiones, hablo de la familia, la pareja, los hijos, la autoestima, la confianza, la seguridad, la propia esencia de mujer. No nos queda mucho que redescubrirnos y el deseo de vivir se hace menos prolijo.
 
Con afecto sempre
Maria Lasalete Marques

miércoles, 8 de mayo de 2013

Maybe one day.

Maybe one day, I can speak and talk about me in english, but now only is my first tentative for start. Sorry for my lack spellings, but there's always a first time to start.

How can to live without problem?

Everyday the people was making the question  over  how to live. How can to live without problem? But really is very difficult answer that question. I think that living is the action the learning. everyday the people has one new lesson. In my live i wish walk and talking with my children and my grandchildren every time that i  wishing, but my true is other. My familie was broken I live far, and everyday my thoughts fly with them.
Every day I have to start a new story and the new path where I can walk alone. Is very difficult, when dreaming is just that a dream.
Years ago, my dreams to start with my children, with my family, today I get up every day without ilusion for the life is similar to a clock that strikes the hours just because their handles are moved. I hope what one day i can laugh from within.

jueves, 9 de agosto de 2012

Ayer, mientras conversaba con una vieja amiga, sentía reflejada en ella algunas sensaciones que jamás pudiera desvanecer de mi interior.
Al escucharla sentía que se fundía su experiencia a la mía  y comprendí porque me decía que es difícil ser amiga de con quien compartió por años una relación que creyó seria eterna.
Al conversar con la mujer de quien fue su pareja por años, sintió que ella debía haber sido su pareja de siempre, se sentía tan poca cosa, la miraba y la veía el tipo de mujer que en el ideario de los sueños de su ex era la mujer ideal. El modelo algebraico dónde las comparaciones imprimen una gran diferencia.
Una mujer con una formación universitaria, independiente, con el tiempo justo para cuidar su aspecto exterior, vestir elegante, maquilada, perfumada, manos finas y delicadas.
Yo trataba de resaltar que los tiempos mudan, que los sueños maduran y se alcanzan de manera diferente. Yo luche duro para alcanzar sueños comunes. Eternas madrugadas, manos gruesas con cayos de trabajo, piernas cansadas de largas jornadas de trabajo. Siempre detrás de una cocina, y detrás de un balcón atendiendo clientes. Creí haber sido la mujer perfecta, pero deje de vivir para permitir que otros vivieran, es como las estrellas de una película, dónde el brillo las resalta y son las que recordamos por siempre, pero dónde jamás conocemos quienes están detrás del telón quienes hacen posible ese universo de estrellas en historias irreales.
Cuando oigo hablar de la crisis de los cuarenta, que el hombre mira su vida y que aquellas cosas que no pudo lograr en su tiempo de libertad las desea realizar ahora, que desea terminar con una longa relación para poder vivir lo que no vivió a causa del matrimonio, de los hijos, que dejo de crecer porque apenas ayudo a crecer a otros. No se si creer o dudar de esa crisis, de ese diagnostico psicológico que da respuestas a las preguntas que los afectos no logran encontrar.
Creo mas bien que apenas dejamos el dialogo para no entrar en el universo de la mea culpa. Y sin darnos cuenta esperamos mantener las ramas de un árbol que de desplomo en una tormenta y que dejo a la intemperie del tiempo sus raíces, pues la tierra donde creció jamás fue lo suficientemente fuerte para sostenerlas.
Y cuando ya asumimos que nada podemos hacer para mantener a nuestro lado a quien deseamos mantener por años nos damos cuenta que en breve tiempo ese hombre que deseaba emanciparse, comerse el mundo, reanudo una relación y que nada cambio en el más que la pareja. Pues sigue siendo la misma persona, haciendo las mismas cosas que ayudaron a mantener la monotonía de su anterior relación.
Hoy al escuchar mi amiga, siento que debo poner muchas piedras en el camino sobre esas historias que pretendo mantener vivas,  para olvidarme donde están y dejar de creer que los afectos puedan mutar en el tiempo.
Hay instantes donde es justo reconocer que hemos perdido y ganado a la vez, que hay dos direcciones a recorrer y que mantenernos dando vueltas en una placeta no nos lleva a lugar alguno, y ese tiempo en el que detenemos nuestro andar nos lleva a tener una y otra vez la certeza de que jamás dos caminos paralelos se puedan cruzar.

lunes, 2 de julio de 2012


Creo que en este instante de mi vida, debo aprender el valor de las palabras que  suelo empeñar y gritar a cuatro vientos. De no hacerlo se que jamás podré dormir con mi consciencia clara. Y tengo miedo de que ello sea mala hierba en el camino que recorro. Hoy te mire destrozado y creo que tengo las respuestas en el silencio que anhelo cada día. Porque en el silencio he aprendido a oír el viento, a sentir la caricia del viento y la incandescencia del sol. En el silencio é pronunciado los mas bellos pensamientos. Y diré como un día dijo mi padre. Aposte y perdí en la ruleta, pero gane la certeza de que hice lo que debía. El Universo escribe mi silente silencio. El conoce las razones de mis actos y solo él tiene las respuestas del tiempo. Creo que no debo retardar más mi examen de humildad, pues suele ser fácil hablar de hambre cuando apenas sabemos del fastidio de un ayuno. Poder resolver problemas y tener con que hacerlo es merito fácil. El problema es para aquellos que sienten que pierden su dignidad día a día.

domingo, 24 de junio de 2012

Un análisis cruel del concepto Familia

Desde pequeña conozco el significado de la familia monoparental, ello pues mis padres eran inmigrantes y ese extenso árbol genealógico solo se resumía a papa, mama, hermanas.
Seguro que sabia que tenía más familiares, pero esos lazos jamás fueron estrechados en el compartir sea de lo que fuera.
Con el pasar del tiempo, y como el sentir del inmigrante de retornar a su tierra, pues en sus memorias todo quedo detenido en el tiempo, recuerdos que vera sin duda alguna en sepia cuando ante la realidad del retorno se sienta un inmigrante en su propia tierra.
Las personas de su entorno sufrieron cambios muchos rostros no se reconocen al cruzarse, pues el tiempo marco diferencias, otros no están porque su periplo llego al fin, otros mudaron sus residencias, se depara ante una inmensidad de situaciones dónde solo cabe un pensamiento lógico. La vida como ha cambiado por aquí. Pero tú vida también cambio. La mía ni vale la pena reiterar, Deje un País en ese retorno de mis padres y de ese tiempo contados son los amigos que mantuve, regrese una vez más y aunque la ciudad no había sufrido cambio si habían cambiado las personas. En fin creo que debo retomar el tema de ese análisis cruel del concepto familia.
Lo veré con la óptica de un cinético que cree que como animales tenemos una razón de existencia el procrear y mantener la especie humana.
Como escéptica , diré entonces que apenas somos seres que tenemos un núcleo común, nuestros padres pero que cada uno debe recorrer su camino, camino mismo con el peso del ermitaño.
Fuimos hijos, y en el instante mismo de buscar y crear nuestra propia familia, colocamos nuestras raíces en su justo lugar para levantar nuestro tronco extender nuestras ramas y crecer, olvidándonos de mirar lo que quedo bajo tierra y que nos ayudo y ayuda a seguir nutriéndonos. Y muchos somos padres hoy y vemos como nuestros hijos crecen tomando sus propias decisiones y en sueño alguno estamos incluidos, en proyecto alguno de sus vidas estamos presentes. Lo comprendo, pues deben crecer, deben superarse, debe surcar fronteras, y escribir sus propias historias.
Es una cadena donde solo logramos entender el valor de cada uno cuando con el tiempo vivimos historias parecidas. Solo comprendí el valor y el amor de Padres cuando fui Madre, y mis hijos me comprenderán cuando lo sean.
Miro las diferentes culturas, y veo como unos protegen sus ancestros, otros empacan sus responsabilidades en otras manos para cuidar de sus progenitores, dos episodios parecidos, guarderías y ancianato.
Concluyo entonces que familia apenas es una palabra que alguien interpreto como: La familia, según la Declaración Universal de los Derechos Humanos, es el elemento natural y fundamental de la sociedad y tiene derecho a la protección de la sociedad y del Estado. Los lazos principales que definen una familia son de dos tipos: vínculos de afinidad derivados del establecimiento de un vínculo reconocido socialmente, como el matrimonio —que, en algunas sociedades, sólo permite la unión entre dos personas mientras que en otras es posible la poligamia—, y vínculos de consanguinidad, como la filiación entre padres e hijos o los lazos que se establecen entre los hermanos que descienden de un mismo padre. También puede diferenciarse la familia según el grado de parentesco entre sus miembros.
Así que es apenas una normativa, un estatuto, no quiero interpretar el concepto bajo la mira de loa afectos, pues tendríamos mucho que decir.

jueves, 7 de junio de 2012

En ocasiones siento que mi mundo se bifurca entre caminos que me atraen y a la vez me repelen.
Se que debo emprender un camino, pero preciso detener mi caminar, mirar dentro de mi para saber que camino elegir sin que ello produzca dolor, y al mismo tiempo me lastime.
He conocido personas que han tocado mi vida y han dejado en ella, huellas que recuerdo con inmensa dulzura, otras veces no fueron tan gratas pero he tenido que asumir que lo que ellos me decían no tan agradable era la mas pura de las verdades, que muchas veces camufle con mi verdad.
Pero no hay verdades ni mentiras reales. Pues mismo una mentira se maquilla con verdades. Creo que me ha tocado vivir la encrucijada del inmigrante, repetir la historia de mis Padres, incluso en esos instantes la encrucijada palpita, momentos llenos de ilusión más irremediablemente debemos desechar cosas que nos atan a un pasado vivido. Creo que la sabiduría oriental ha aprendido a guardar realmente lo que vale la pena atesorar.
He conocido gente que ha hecho maletas una y otra vez, desea retornar a sus raíces, pero se detienen entre razones valederas, forzosamente se mantienen aferradas a un mundo en el cual se siente confortables a pesar de tantas quejas.
Mi caso no es exactamente ese, o simplemente sea mi excusa perfecta al decir que apenas me he atado a afectos y personas y ello en instantes ha condicionado mis decisiones. Pero nunca me he anclado realmente a ello. Termino tomando mis sueños y procuro sea donde sea, recomenzar mi historia tratando de materializar los mismos.
Se que en estas nuevas paginas de mi vida, muchas sorpresas me deparan. Pero no quiero lastimar a nadie, pues jamás he querido jugar con sentimientos de nadie.
Vine cargada de ilusiones pero miles de fantasmas compitieron conmigo y ellos ganaron, la desconfianza en mí, los celos exacerbados me hicieron prisionera en una jaula de oro, pues reconozco que he sido amada, pero he tenido que dejar de ser yo realmente por miedo a ser nuevamente agredida con palabras, que lastiman el alma. Pero lo que murió irremediablemente no ha podido renacer de las cenizas en que fueron convertidos. Seguiré escribiendo mi historia, en el gran libro del vivir, en la inmensa escuela de la Vida.

domingo, 22 de abril de 2012

Un mundo en equilibrio



No siempre el compás de un reloj es el preciso espacio del tiempo real
Nos olvidamos de mirar desde lo cima de la montaña la humanidad
Y solo desde lo alto logramos comprender que el ser humano
no es más que un elemento de la naturaleza.
La inmensidad del verdor de los campos,
la magnificencia de las altas montañas
Apenas rasgadas en el curso del agua que alimenta la vida
El hombre suele mirar su entorno del el suelo que pisa y contempla apenas
El mundo de concreto que ha construido a su alrededor,
escucha apenas los sonidos que ha inventado,
respira el aire que contamina día a día, y se aísla en el mundo tecnológico
Camina por las calles ensordecido por el volumen de su Ipod,
no conoce el murmullo del viento, el olor del viento, la sensación del frío.
Retirarme a lo alto de una montaña, me ha permitido
tener la capacidad de sentir la libertad del tiempo
Y avistar la inmensidad de un planeta que día a día nos regala la esencia del vivir.

jueves, 29 de marzo de 2012

Ya ha pasado algún tiempo, desde nuestro último intercambio de palabras, descubiertas, ajajá hermoso modo de llamar a nuestro chismorreos por cartas. Pero realmente he estado algo súper atareada, entre la escuela, mi casa, el comienzo de la primavera y el trabajo, me restan instantes relajados para poder dedicarlos a mis amistades.

Esta semana ha estado revestida de un revivir nuevamente la muerte de mi Madre, mi suegra ingreso en terapia intensiva y esta bastante delicada de salud.

Es volver a vivir los miedos desde la distancia. Es una desagradable sensación realmente, pues a pesar de no vivir el stress de los que están junto de ella, se vive la agonía de no saber más de lo que te van diciendo, y estar a la espera de saber sin poder hacer mucho.

Hoy operan a mi hija, y nuevamente permanezco en la distancia, a pesar de que la tecnología nos ayuda inmenso, nada supera el abrazo y el estar junto de las personas en los momentos justos y a tiempo.

Pero no me detengo a sollozar por ello, pues estoy donde mi elección personal me trajo, así que debo aprender a sopesar esas diferencias.

Crecemos ciertamente con ello, y aprendemos inmensurablemente a enfrentar un sin numero de retos con nuestras propias posibilidades. Y ten la certeza que nada viene a ti que realmente no puedas lograr.

Es caricato realmente ver como hay personas que mismo teniendo sus problemas meramente resueltos, siguen sollozando y renegando de tener algo de suerte, estancándose en su eterna negatividad del primer día.  No tienen la capacidad de un mirar lo hermoso de la vida y agradecer al universo por esos granos de respiro a sus problemas. Se atascan y se ciegan y no miran nada de tangible en lo que les acontece.

Talvez me digan que es fácil decir eso cuando tenemos algo de holgura en nuestras vidas, y yo apenas puedo decir, es cierto pero no dejo mi trabajo de limpieza por ello, ni me cruzo de brazos lamentando el cambio de 360 grados que mi vida llevo.

El cambio de una mujer empresaria, al de una mujer que limpia en el horario de la tarde oficinas y baños, de estar junto a los suyos al estar lejos en un país donde mi mayor limitación es el idioma. Pero algo no cambio y es eso que agradezco al Universo cada mañana cuando tras mi ventana veo el sol renacer, la fuerza, el coraje y el temple de mirar la grandiosidad de las cosas simples y pequeñas, creo que eso alimenta día a día mi esencia y logra minimizar todo lo que pudiera oscurecer mis días.

Es difícil hacernos entender cuando la barrera idiomática es nuestro obstáculo, pero voy aprendiendo una nueva palabra cada día.  Soy de las que cree que las peores soluciones se toman de cabeza caliente, es bueno relajarse pensar, sopesar y tomar decisiones en frío, eso es el pequeño detalle que hace la diferencia de los triunfadores (solemos decir eso a quienes pareciera que la suerte bautizo cuando nacieron). Creo que ya son muchas las ideas para una breve carta jajajajaj, así que te dejo con un fuerte abrazo y un hasta pronto. Cuídate, se te quiere.

sábado, 24 de marzo de 2012

Feliz Aniversario dónde estes: TE AMO MAMA



Detrás de tú desnudez aparente
palpita la infinidad de la vida que dormita apenas
Sige latiendo el soplo de vida eterna
Hoy presente en mi esencia
En mis recuerdos
En el inmenso vacío que dejaste con tu partida
He superado muchas perdidas en mi vida
Pero la tuya no consigo  mitigar
Cuanto te extraño mamá
Estas presente en el grito que silencio
En medio de las noches de miedo
y en ese vuelo estrechar tu cuerpo,
reposar mis temores e escuchar tus sabias palabras
Me dirían el camino a seguir
Dejaste un inmenso hueco en mi alma
En mi corazón, te extraño mamá
Te busco en cada rincón donde imagino desearías conocer
Entre los árboles que renacen del arduo invierno
De las aves que vuelan alto en libertad
En cada rama que se eleva al infinito
En las heridas que quedan en los árboles
Ante el mutilar de sus ramas
Heridas que están presentes recordándonos
Cuan vulnerables somos
y a la vez mostrándonos que esas grandes heridas
no  equivalen a morir
ellas representan la esperanza, el mañana, la senda a seguir
el tiempo deja sus marcas plegándonos la piel
pero no debilita el soñar la esperanza el resurgir
No levante una estatua para perpetuarte
Pues en mi esencia estas presente
Y en ella me apoyo para seguir
Para surcar obstáculos y levantarme cada día
te extraño mamá, y hoy quiero seguir celebrando
tu aniversario en solitario.
Te amo MAMA


lunes, 27 de febrero de 2012

Ayer quede algo triste cuando leí una decisión que tomo una gran amiga, dejar de escribir en su Blog, pero suelo respetar lo que cada uno decide hacer con su vida, de Wilfredo aprendí que no debemos asumir pues según él es pecado…tal vez lo sea cuando alejamos la verdad del hecho mismo, quizás no, cuando apenas entendemos la razón que motiva ciertas reacciones del ser humano,

Por ello tampoco asumiré el porque decidió no escribir más, e convidar a que leamos otros blogs. Un día decidí cerrar algunos pues creo que en ellos complete mi ciclo, así que en una onda nueva abrí otros e aunque actualmente voy escribiendo menos, no es precisamente porque la musa no existe, apenas que luchar contra barreras es una ardua tarea y en ello se me va el tiempo.

Hoy lunes me regale la mañana, me pinte el pelo, me di un baño en la bañera me consentí, hace tiempo que no lo hago, y aquí estoy sentada frente la computadora escribiéndote.

Me gustaría poder decir que no me gusta sentirme rodeada, acosada, supervisada y cuando ese sentimiento surge, apenas me retiro, me mimetizo pues aprendo de mis errores, y me satisface los logros alcanzados.

No se si una vez más golpee mi cabeza contra la pared, pero como saberlo sino lo intento de nuevo.

Hoy quise enviarte unos pensamientos propios que surgieron en momentos algidos. Y como se que siempre te llena de jubilo saber que estoy bien, uno lo util a lo agradable para dejar los mismos en tu cofre de afectos.

El silencio es el arte de la meditación, podemos observar más no mirar, escuchar más no oír, murmurar dulcemente con la mirada, o destruir todo con las palabras. Creo que la humanidad no se ha dado cuenta de que las palabras logran alcanzar lo que un golpe jamás lograría. "María Lasalete".
Un niño pregunta pues quiere apenas descubrir, saber. Un joven pregunta porque quiere entender, un adulto pregunta porque quiere indagar, creo que nos olvidamos lo simple de la vida. Vivir apenas sin perdernos en preguntar tantas cosas, ya pasaron no podremos responder, y hoy esta hecho de acciones no de porques.
"María Lasalete".

martes, 7 de febrero de 2012

Lamento inmenso lo que esta sucediendo entre mi hermana de camino y yo. No existe la posibilidad de un dialogo pues la gran muralla del idioma se ha levantado entre ambas.

Apenas siento la necesidad de decirle disculpa, no busquemos más pretextos que los que realmente existen, no busquemos culpas, ni culpables, no asumamos, apenas creo que es bueno entender que el dialogo día a día nos lleva a un dialogo más y más amplio y es allí dónde el silencio adquiere su gran valor.

Creo que ambas estamos teniendo rabietas de niños cuando no se le entienden y procuran hacerse entender. Creo que seria sano darnos el espacio vital y no deteriorar una amistad.

Dar ejemplos o tratar de buscarlos para hacerme entender, no ha servido de nada, por el contrario ha deteriorado más y más la amistad.

Ambas tenemos puntos de vistas diferentes, gustos diferentes, mientras ella se deleita en una buena conversación, yo me deleito en la soledad de mi hogar inventando que hacer, o incluso tomando mi bicicleta para salir sin destino alguno y fotografiar lo que me atrae la mirada, pero porque no puede ser junto con ella, porque yo a diferencia de ella amo la soledad, o mejor la libertad la individualidad.

Reconozco no ser un ser social, me aturden los espacios concurridos, y mas aún saber que debo de estar pendiente de alguien, por eso sabiendo que todos no comparten mis gustos personales, trato de no involucrar a nadie. Siento que ella tiene una personalidad fuerte y sin dar por ello le gusta ser la que toma las iniciativas eso es algo que no me gusta pues me siento manipulada.

Creo que no es nada que tenga que ver con la diferencia de culturas, es simple y evidente que no tenemos nada que conversar porque el canal comunicacional no existe por ahora.

Solo siento la necesidad de decir disculpa, pero en este instante las palabras sobran porque no poseo las palabras que deseo en el idioma que entiendas. Y si el silencio es algo que te hiere pues se que es así al igual que las ausencias, deja de pensar que tienen una razón diferente a la mayor de las verdades. No manejo tu idioma.

martes, 24 de enero de 2012

Querida amiga

Tiempo sin una breve letra tuya, y en concordancia ninguna he podido escribirte.
Creo que nuestras cartas son fruto de muchas pasiones, tristezas, penurias, desahogos,
creo que son esos momentos cuando una hoja blanca se convierte en nuestro mejor confidente.

Si realmente ha pasado mucho tiempo desde las ultimas letras cruzadas, muchas cosas he vivido, mucho he aprendido mismo que en ese aprendizaje me haya herido intensamente.
Pero quien nos diría lo contrario a que vivir es una proeza diaria llega de aciertos, fracasos, pero sigo insistiendo que en esos mismos fracasos he aprendido inmenso, tal vez a conocer mejor la esencia humana.
Tras una ruptura, he tenido que buscar un lugar donde vivir, creo que eso de mudarme me ha llenado el tiempo y las horas, sigo estudiando este idioma que cada día descubro es inmensamente complicado para quien como yo desea decir algo mas de lo que meramente usual como unos buenos días, pero bueno no me puedo quejar al menos, mal o bien me hago entender.
Creo que el merito no esta en mi, sino en aquellas personas que procurar entender una principiante en la lengua holandesa.

Estoy contenta con mi nueva casa, es pequeña pero ya logre quitarle el olor a ajeno, para comenzar a sentir que huele a mí. El domingo descubri los peces que yacen dormidos en el invierno en el pequeño lago que tiene mi jardin. Ahora lo primero que hago al despertar es ver si nuevamente los veo moverse. Hoy compre unas plantas floridas para segurir poniendo bello mi jardin para la primavera.
Entre las muchas cosas que he tenido que vivir estos últimos meses, la mas triste fue la muerte de mi Padre, a pesar de que tengo que agradecer a dios el que le haya menguado el tiempo de su  sufrimiento. Me costo inmenso su partida. Como nada viene solo, ni todo es triste y sordido tras este inmenso dolor descubrí que tengo unas hermanas maravillosas, pues realmente son únicas e irrepetibles.
Estoy trabajando inmenso, aunque nada que ver como lo que hacia en mi país, pero no podemos exigir cuando apenas iniciamos nuestro periplo de inmigrantes en una tierra extraña. Pero me siento mega orgullosa de poder hacer bien mi trabajo.
Lo que mas me esta costando son las noches frías mejor dicho heladas en las que vengo de mi trabajo en la bicicleta, pues mis manos se engarrotan con el frío y siento intenso dolor en ellas, incluso he llorado por lo insoportable que llega a ser. El otro día mi colega se asusto por ello.

Y para que contar cuando la lluvia no es de agua sino de granizo, como golpea el rostro como agujas. Realmente creo que este a sido un peregrinaje que realmente ha perdido sentido y razón de haberlo iniciado. Siento la ausencia de los míos, y anhelo poder abrazarlos en Agosto. Me hace falta el calor de quienes amo y están lejos de mí. Pues este corazón aun esta adolorido por tanta decepción.
Bueno amiga creo que por hoy concluyo ya te contare sobre este caminar en solitario nuevamente.

Ellas mantienen pensamientos y sentimientos silenciados en cada letra y frase que quedaron plasmadas en esas cartas que jamás encontraron el instante preciso de ser enviadas,
a quien las quisimos hacer llegar, distancias que se acercaban y que quedaron inscritas en el añil de un papel sutilmente perfumado.
Cartas dulcemente esperadas,
Otras veces fueron la forma de concluir un cuento que se creyo perpetuo en el tiempo.
Muchas son las cartas que se guardan como tesoros secretos de un tiempo, un sentir, una suplica, un amor y desamor al mismo tiempo.
Quien no ha comenzado con una misma frase…..
Querido Amor.
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